sábado, 20 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
APRESENTAÇÃO DO LIVRO "AURORA DE POETAS" HOJE NO CLP

Esta noite, pelas 21h30, o jornalista César Príncipe estará no CLP para a sessão de apresentação pública do livro "Aurora de Poetas - Poetas Somos".
POETAS SOMOS é, só por si, uma lufada de ar fresco. E uma brisa de esperança. No princípio, foi projecto na net. Ainda é. Mas agora é também livro. Este que tem nas mãos. Abra e veja. Dentro tem Poemas. E Poetas. Alguns estreantes e, até agora, ainda desconhecidos. Não o serão mais depois deste livro. Deixe-se surpreender e cativar. Afinal, há ainda bons motivos para estarmos vivos.
Para mais, o produto da venda do livro vai inteirinho ajudar a concluir a construção do Barracão de Cultura, em Macieira da Lixa, neste momento, já definitivamente pronto por fora. O Barracão de Cultura é o sonho da pequena Associação Cultural AS FORMIGAS DE MACIEIRA, em que também está metido até aos ossos o Padre Mário de Oliveira ou Padre Mário da Lixa.
Os apoios oficiais têm sido nenhuns. Bastantes, os dos amigos, elas e eles. De longe e de perto. Anónimos uns, e muito conhecidos outros, nomeadamente, do mundo do Teatro, das Artes, da Música, numa palavra, da Cultura. Junta-se agora a todos eles, este punhado de poetas. E também você que vai adquirir e ler o livro. E, depois, ainda vai dar um salto àquela freguesia do Concelho de Felgueiras, para ver a obra com os seus próprios olhos. E abraçar as Formiguinhas. Elas precisam deste seu afecto. Desta sua ternura. Deste seu apoio. Porque não é todos os dias que alguém duma aldeia do interior se mete a dar corpo a um Poema, a um Sinal, da envergadura deste. O Projecto POETAS SOMOS, para além de contribuir socialmente para a realização da Obra de Acção Sóciocultural designada por Barracão de Cultura, surgiu com o intuito de gerar um espaço cibernético de divulgação de poetas e da sua poesia, partindo da inspiração de todos, para divulgação por todos, numa partilha de sentimentos e cultura que se transforme em reflorescimento de Poesia!
Esta edição, com a publicação da primeira série de poemas desta iniciativa, é o culminar da etapa de nascimento do projecto. Por isso, POETAS SOMOS e esta, a nossa AURORA DE POETAS.
«Quando alguém abre um espaço à solidariedade; quando há pessoas que ainda acreditam em gestos desinteressados sem deles esperar paga ou dividendo; quando há alguém que não se esconde 'à sombra dos abrigos', como dizia a nossa Sophia; quando ainda se promovem actos com significado cívico e cultural, e tais actos são criadores de novas formas de cuidado para com o próximo, os valores da natureza e da cultura, então sim, talvez possamos dizer: Poetas Somos.» Nuno Higino
APRESENTAÇÃO DO LIVRO "O MEU AVÔ AFRICANO"
O Clube Literário do Porto tem o prazer de receber o Coronel Aniceto Afonso para a apresentação do seu último livro "O meu avô africano", Casa das Letras. A apresentação da obra estará a cargo do Coronel Carlos de Matos Gomes.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
DIA 20 DE JUNHO, APRESENTAÇÃO DA OBRA "A FRAGMENTAÇÃO DO SELVAGEM"
A apresentação da obra "A fragmentação do Selvagem", da autoria de Amadeu Liberto Fraga, estará a cargo de Gonçalo Nuno Faria.
O que a poesia de Fraga nos oferece é a oportunidade de voltar a acreditar. Reconcilia-nos com a nossa ancestralidade e, por via de uma inocência perdida, faz-nos ter esperança num amanhã onde quase duvidamos acordar. Abre-se, pois, o caminho para a desilusão como via de alcançar um mais alto propósito. Esta é, assim, uma poesia que nos leva a atentar na arte do acaso urbano em pormenores simples e nem por isso menos importantes que a arte do amor, aqui e ali descrita em episódios que se lêem com a autoridade de quem já amou.
O BALANÇO DA FEIRA DO LIVRO DO PORTO NOS ALIADOS
- ler aqui a notícia completa do DN Online
- retirado daqui da revista Ler.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
SUGESTÕES DE LEITURA PARA JUNHO, por Tiago Patrício
"Peça com Repetições, (A)tentados"; de Martin Crimp, edição Campo das Letras
Se o teatro de Sarah Kane possui uma estética alucinada que toca o público através de electrochoques, num novo teatro da crueldade, Martin Crimp lança-nos a ideia de que não somos quem realmente pensamos que somos e que vivemos numa época não humana, num anúncio. Teatro por vezes sem personagens, num mundo dividido entre cidades assépticas e cheias de arte, cafés elegantes e roupas atraentes nas montras e outro mundo devastado por bombardeamentos, devastação e sangue nas ruas. Uma orquestração de tempos e motivos de respiração, num jogo dramatúrgico de ecos e repetições. (retirado da introdução de Paulo Eduardo Carvalho)
"Inverno" e "O nome" - Jon Fosse, edição Campo das Letras e também nos Livrinhos de Teatro das edições Cotovia
Jon Fosse é Norueguês e estreou-se na literatura em 1983, é um dos dramaturgos contemporâneos mais representados na Noruega.Estreou em Portugal, em 2000, com a peça "Vai vir alguém", pelos Artistas Unidos no espaço A Capital, em Lisboa.
Ensaio
Um quarto que seja seu - Virgínia Woolf, editora Vega
Um livro que faz eco da falta de independência das mulheres até ao séc. XX para poderem escrever. A falta de autonomia financeira, de pensamento e de espaço em casas e famílias que reclamavam o tempo e a disponibilidade feminina. "Um quarto que seja seu" continua a ser uma referência para quem pretende descolar de uma escrita naturalista, de justificações e complexos e iniciar um caminho próprio de tentativa e erro, de riscos e quedas em abismos criativos.
O declínio da mentira - Oscar Wilde
No seu estilo exuberante e de um humor vivo, Wilde relembra que é a vida quem imita a arte e não o contrário. Um tema actual em que os publicitários/colunistas/comentadores dos jornais e televisão actualizam e fabricam diariamente a realidade em que devemos acreditar, enquanto tudo arde abaixo dos nossos pés.
Poesia
Homens que são como Lugares mal situados, Daniel Faria, Fundação Manuel Leão
No mês em que passam 10 anos do seu desaparecimento, Daniel Faria consolida um espaço de referência na poesia portuguesa contemporânea.
"Homens que são como casas saqueadas
que são como sítios fora dos mapas
como pedras fora do chão
como crianças órfãs
Homens sem fuso horário
homens agitados sem bússula onde repousem
homens que são como fronteiras invadidas
que são como caminhos barricados
homens que querem passar pelos atalhos sufocados
homens sulfatados por todos os destinos
desempregados das suas vidas
(...)
Homens tão impreparados tão desprevenidos
para se receber
homens que trabalham sob a lâmpada
da morte
que escavam nessa luz para ver quem ilumina
a fonte dos seus dias"
Obra Poética - Cecília Meireles
Poeta brasileira, recebeu o prémio da academia brasileira em 1938, pela primeira vez concedido a uma mulher."Um viver permanente contíguo à morte, um sentir-se ausente e separada do amado por incapacidade de uma perfeita comunhão e porque a morte foi outra. Um desentendimento com a própria condição, uma recusa a julgar-se e a julgar os outros, um saber-se diferente e excluída." Nas palavras de João Bénard da Costa em 2001
Ficção
As casas de Julho e Agosto - Maria Gabriela Llansol, Relógio d'Água
"Um tratado sobre a escrita e a leitura e a servidão; sobre a pobreza e a sobrevivência; sobre o humano e o pré-humano. Eis um livro sobre o despojamento. O leitor deve esquecer os lugares comuns da cultura, o sítio restrito do aquário; deve abandonar a edeia de narrativa e a ideia de clausura que lhe subjaz e entrar no rio que aqui se confunde com o mar (da escrita) abarcando a ideia da casa aberta e fechada, nada ficando a saber da sequência dos factos narrados." José Augusto Mourão
O livro das igrejas abandonadas - Tonino Guerra, Assirio & Alvim
Tonino Guerra nasceu em Itália, trabalhou em cinema como argumentista de Michelangelo Antonioni, Fellini, Tarkovsky e Angelopoulos. Escreve poemas num dialecto em que quase ninguém fala, o romanholo e conserva-se fiel aos seus pequenos contos, fábulas e à tradição oral da sua infância "É um camponês cosmopolita. É no campo, onde viveu a infância e aonde regressou, que estão as suas raízes, as suas obsessões primordiais, o seu espaço mágico e porventura a sua língua. Mas foi a cidade que o levou ao encontro do mundo, dentro e fora de Itália, e lhe revelou a irradiação secreta que os ritos campestres podem ter num imaginário cosmopolita" Vicente Jorge Silva
Tiago Patrício nasceu no Funchal em 1979 e cresceu em Trás-os-Montes. É farmacêutico pela Universidade de Lisboa e estuda actualmente na Faculdade de Letras. Começou a publicar poesia nas antologias Jovens Escritores de 2007 e 2008. Realizou uma residência artística em Praga em Novembro de 2007, onde trabalhou com o Conservatório de Dança e com a Companhia Nacional de Bailado da República Checa.Fez uma teleperformance com poemas traduzidos para Checo no Teatro Archa em Junho de 2008Com "O Livro das Aves" venceu o prémio Daniel Faria 2009.Trabalha actualmente como farmacêutico no Hospital Prisional de Caxias.
HOJE O CLP ASSINALA UMA DÉCADA DE LÍNGUA OFICIAL MIRANDESA
Amadeu Ferreira, também conhecido como Francisco Niebro, é o homem que na última década traduziu mais de uma centena de autores portugueses e estrangeiros para Mirandês. Trata-se do maior divulgador da língua mirandesa em Portugal, tendo traduzido já para para Mirandês dois volumes da banda-desenhada Asterix, a Bíblia e Os Lusíadas. Tem um blogue dedicado ao tema. No Nordeste, semanário regional de informação, empresta o nome a uma coluna de opinião e a uma série de entrevistas dedicadas a dar a conhecer a cultura mirandesa.
José Meirinhos é docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e membro do antigo Centro de Estudos Mirandeses na FLUP.
Júlio Meirinhos é considerado o "pai do Mirandês", por ter sido o responsável pelo reconhecimento oficial da Língua Mirandesa, ao levar, à Assembleia da República a proposta de Lei (7/99) que aprovou o Mirandês como Língua Oficial em Portugal.
O evento pretende reunir a comunidade mirandesa do Porto nos espaços do Clube Literário e promover a divulgação da língua que é hoje falada por 7 mil pessoas em Portugal, no ano em que se comemora uma década do Mirandês como segunda Língua Oficial.
Sobretudo, é objectivo do Clube Literário aproveitar este dia para falar sobre as obras que têm dado a conhecer a língua, para debater o que se tem feito ao longo desta década no sentido da sua promoção e saber qual o futuro da segunda língua portuguesa. A conversa será moderada pelo jornalista e analista político Carlos Magno.
domingo, 7 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
DIA 7 DE JUNHO, HORA DO CONTO NO CLP COM O LIVRO "O SONHO COR-DE-VERDE DA RITA"

Dia 7 de Junho, no próximo Domingo, o Clube Literário do Porto volta a promover um espaço de promoção da leitura junto dos mais pequenos, com a Hora do Conto, a partir de agora a decorrer todas as semanas, pelas 15h00 na Galeria do CLP.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
O CLP RECOMENDA A LEITURA DE
DIA 19 DE JUNHO, APRESENTAÇÃO DO LIVRO "O MEU AVÔ AFRICANO" NO CLP

terça-feira, 2 de junho de 2009
PRÉMIO CAMÕES ATRIBUÍDO AO CABO-VERDIANO ARMÉNIO VIEIRA
- ler aqui o resto da notícia na RTP online.
BIBLIOTECA DE LIVROS DIGITAIS
segunda-feira, 1 de junho de 2009
FEIRA DO LIVRO DO PORTO / LOCALIZAÇÃO ALIADOS
- ler aqui a notícia completa no JN Online.
domingo, 31 de maio de 2009
A CARAVANA NO PAVILHÃO DO CLP NA FEIRA DO LIVRO DO PORTO
No dia 10 de Junho, Rui Manuel Amaral participa num dos debates sobre a Nova Micro-Ficção Portuguesa que faz parte do Programa Oficial da Feira. Não perca!
PRESA SERIAL-KILLER DE AGATHA CHRISTIE
sexta-feira, 29 de maio de 2009
LIVRO DO DIA NA FEIRA DO LIVRO DO PORTO

AMIGOS DE VISITA AO PAVILHÃO DO CLP NA FEIRA DO LIVRO DO PORTO
Passe por lá!












