sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
"HISTÓRIAS QUE CONTEI AOS MEUS FILHOS" NO AUDITÓRIO DO CLP
CONCERTO ISABEL NOGUEIRA E TIAGO MATIAS
Esta noite, no Piano Bar do Clube Literário do Porto, concerto de Isabel Nogueira ) soprano) e Tiago Matias (alaúde, tiorba, vihuela, guitarra romântica e guitarra barroca).
Trata.se do 2º Recital do Ciclo “Música e poesia no tempo de..." Lope de Veja e García Lorca.
HOJE
no CLP
às 23:00
“CHÁ DA NOITE”, FILME DE LUÍS MOYA
Género: Ficção
Duração: 24 minutos
Suporte de Gravação: HDV
Argumento e Realização: Luís Moya
Produção Executiva: Luís Moya
Idade Recomendada: maiores de 17
HOJE
no CLP
às 22:00
ENTRADA LIVRE
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
APRESENTAÇÃO DE "HISTÓRIAS QUE CONTEI AOS MEUS FILHOS", DE FERNANDO NOBRE
Apresentação do livro "Histórias que contei aos meus filhos", de Fernando Nobre, Oficina do Livro, esta tarde, pelas 18:30, no Auditório do Clube Literário do Porto.
São seis histórias que o Presidente da AMI criou ao longo de mais de 20 anos para contar aos seus quatros filhos. Os relatos incluídos na obra assentam em valores como a partilha das riquezas, meio ambiente, educação e liderança."NÓS, OS PORTUGUESES", DE MARIA FILOMENA MÓNICA NO CLP

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
"ÚLTIMAS PALAVRAS"
- Micronarrativa de Luís Ene, aqui, no Texto-Al.
"ME GUSTA LEER" - INCENTIVO À LEITURA
- achado aqui no Libreros.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
"HISTÓRIAS QUE CONTEI AOS MEUS FILHOS", DE FERNANDO NOBRE, NO CLP

"VAI ESTAR UM BOM DIA PARA MORRER"
Domingo passado, no Piano Bar do Clube Literário do Porto, durante a performance teatro-musical de "Vai estar um bom dia para morrer", livro de poesia de Marta Leal, interpretado por Ana Guídea e pela autora, com música por Pedro Mujo.
- fotografias retiradas daqui.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA (1927 - 2008)
- ler aqui a notícia no Público.
LANÇAMENTO DO LIVRO "KANIMAMBO", DE TÂNIA JORGE
Kanimambo é um romance baseado em factos verídicos que retrata o percurso de uma família de “retornados” que nunca se sentiram como tal. Um percurso que se inicia nas estradas poeirentas da colónia portuguesa de Moçambique, no começo da década de 50, e continua a fazer-se em terras lusitanas até aos nossos dias. Beatriz é a personagem principal deste livro. Depois de ser afastada da mãe com apenas dois anos, conhece o amor nos braços de José com quem forma uma família. A conturbada Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974, e a fuga de casa da sua filha mais velha vêm abalar a harmonia em que se habituou a viver. Os anos que se seguem são difíceis e dolorosos para milhares de pessoas que, como eles, se vêm obrigadas a partir da terra que consideravam ser a sua. Depois de atravessar um oceano e de perder o lar e o marido, Beatriz espera a sua velhice rodeada pelo afecto dos filhos e das netas. Porém, a vida nem sempre se revela aquilo que dela esperamos...
HOJE
no CLP
às 16:00
domingo, 7 de dezembro de 2008
PERFORMANCE TEATRO-MUSICAL DE “VAI ESTAR UM BOM DIA PARA MORRER”
ENTRADA LIVRE
HOJE
no CLP
às 21:30
sábado, 6 de dezembro de 2008
"NOVOS RUMOS DA POESIA"
(...)
"As dificuldades crescentes na circulação e entrada nas livrarias representam, por isso, segundo os vários interlocutores auscultados pelo JN, o principal problema que actualmente enfrentam quem escreve, vende e edita poesia. "
- ler aqui o artigo de Sérgio Almeida no JN.
INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE PINTURA "PERCURSOS" DE ANA DEL RIO COM DESENHOS DE HELENA REIS
Inauguração da exposição de pintura "Percursos", de Ana del Rio, esta tarde, pelas 17:00, no Clube Literário do Porto, com um momento poético por Ana Borges. A mostra estará patente na Galeria e na Cave no CLP até ao dia 15 de Dezembro.
Da exposição fazem ainda parte alguns desenhos de Helena Reis.
MELODIAS DE SEMPRE NO CLUBE
HOJE
no CLP
às 23:00
APRESENTAÇÃO DO LIVRO “O AMBIENTE LETRA A LETRA” DE ANTÓNIO ELOY
Apresentação do livro “O Ambiente Letra a Letra”, de António Eloy, Edições Colibri, esta noite, pelas 21:30, no Auditório do Clube Literário do Porto.Trata-se de um pequeno dicionário sobre o Ambiente, com fotografias de Rui Cunha e prefácio de José Eduardo Agualusa.
António Eloy, o autor descreve de uma forma simples mas rigorosa o significado de algumas palavras-chave das nossas vivências e preocupações actuais.
- saber mais aqui.
HOJE
no CLP
às 21:30
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
CONCERTO “PRESENÇA LATINA”
HOJE
no CLP
às 23:00
CICLO PLANETA VIVO: “Da evidência da alma”
Apresentação do livro "O Elogio da Vida Simples", de Lanza Del Vasto, por Paulo Lima Santos, esta noite no Auditório do Clube Literário do Porto.Reflexões sobre a descoberta pessoal e do retorno à evidência, com prefácio do Dr. Luís Portela, Presidente da Bial.

HOJE
no CLP
às 22:00
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
"TRAÇOS DE MESTRE" DE JÚLIO RESENDE
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
“CHÁ DA NOITE”, FILME DE LUÍS MOYA NO CLP
SINOPSE: Judas, um dos três ladrões que assalta a casa de uma senhora de idade, acaba por ser surpreendido por uma série de peripécias de final macabro.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
UE CRIA PRÉMIO DE LITERATURA PARA NOVOS TALENTOS
- ver aqui a notícia no Público.
LANÇAMENTO DE "KANIMAMBO", DE TÂNIA JORGE
- saber mais aqui sobre a obra.
“O AMBIENTE LETRA A LETRA” DE ANTÓNIO ELOY
No próximo sábado, dia 6 de Dezembro, o Clube Literário do Porto recebe a apresentação do livro "O Ambiente Letra a Letra”, de António Eloy, Edições Colibri. A apresentação estará a cargo de Serafim Riem.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
INTER-CIDADES, HORA DE PARTIDA
EXPOSIÇÃO DE PINTURA “PERCURSOS” DE ANA DEL RIO
se hace camino al andar...
"Este é um dos poemas mais conhecido do poeta sevilhano António Machado, portador de um interessante conteúdo filosófico, lembrando, a questão da prioridade essência/existência.
“Percursos”, caminho, caminhante… quis render uma humilde homenagem a este grande poeta com alguns dos meus quadros expostos na sala de exposições da cave do Clube Literário, a exposição, da Galeria, complementa este meu “percurso”pictórico.
Em outras palavras: não há um caminho pronto, predestinado, já devidamente aberto e aplainado, sobre o qual só resta ao caminhante pisar e prosseguir. A vida não é um tabuleiro de xadrez, com todas as regras do jogo inalteradamente estabelecidas e com o rumo das peças definido de modo que jamais se desviem. São os passos dados e a direcção escolhida que tornam a jornada bem ou mal sucedida. É o andar que faz o caminho. Ou o descaminho, se ruins forem as escolhas e impensados os passos.
Queremos, por uma necessidade dar sentido e significado à nossa peregrinação, que fique algo do que sonhamos, daquilo pelo que lutamos ou do que tenhamos construído, como testemunho altissonante da nossa ligeira passagem.
Se ao andar fazemos o caminho, e se o caminho é curto, andemos com sabedoria e lucidez, a fim de que permaneçam os feitos das nossas mãos — ou, no caso, as marcas dos nossos pés."
- Ana Del Rio
SUGESTÕES DE LEITURA PARA DEZEMBRO, por Rui Manuel Amaral
O que é que ainda falta dizer a propósito de Dom Quixote? Um livro que marcou todo o cânone literário ocidental e cuja frescura se mantém intacta, ano após ano, século após século, desde que se publicou o primeiro volume, entre 1604 e 1605? Um livro tão ou mais moderno do que qualquer outro acabado de sair do prelo? Um livro que transcende a própria literatura?
Pode ler-se cem vezes o romance do Engenhoso Fidalgo e de todas elas encontrar-se-á novos e acrescidos motivos para saborear as suas inesgotáveis situações cómicas, o tom non sense de muitos dos seus diálogos, os seus impagáveis personagens maiores do que a vida.
Em 2005, ano em que se comemoraram os 400 anos da publicação dos primeiros exemplares da obra, a Relógio D’Água e a Dom Quixote lançaram duas novas edições do romance de Cervantes, com traduções de José Bento e Miguel Serras Pereira, respectivamente. Se há livro de leitura e releitura obrigatórias, esse livro é o Dom Quixote.
Laurence Sterne, Vida e Opiniões de Tristram Shandy, 2 vols., Antígona, 1997.
Tristram Shandy ou o “livro dos livros”, como escreve Manuel Portela, o tradutor da única versão portuguesa da obra-prima de Laurence Sterne, começou a ser publicado em 1759, a expensas do próprio autor, depois de vários editores terem recusado fazê-lo. Em poucas semanas transformou-se num dos maiores fenómenos de vendas do seu tempo. Um best-seller com milhares de exemplares vendidos e várias reimpressões, para glória e fortuna do reverendo Sterne.
O motivo para tão entusiástico sucesso parece-me relativamente simples de explicar. É que não há nada mais divertido do que ver a respeitável, altiva e orgulhosa literatura tropeçar logo na primeira frase do livro, e cair aos trambolhões ao longo de nove extensos volumes e trinta e três capítulos, sem pausas para recobrar a compostura.
Depois do Shandy, a literatura apresenta-se de rastos, descabelada, desfigurada, desconcertada e acometida por um violento ataque de nervos. Não há cânones, convenções ou formalismos que resistam ao diabólico poder satírico de Sterne. Como diz Manuel Portela, “Tristram Shandy é um manifesto da liberdade de escrita e dos poderes do livro”.
Fiódor Dostoiévski, A Submissa e Outras Histórias, Editorial Presença, 2006.
Décimo quarto volume das obras de Fiódor Dostoiévski, editadas pela Presença. Reúne um conjunto de contos, escritos entre 1862 e 1877, menos conhecidos no quadro da obra canónica do autor russo, mas que revelam um Dostoiévski surpreendentemente divertido e muito próximo, por exemplo, da tradição satírica de Gógol.
“Uma História dos Diabos”, “Apontamentos de Inverno sobre Impressões de Verão” e o fantástico “Crocodilo”, exploram magistralmente o humor, a sátira e a paródia para ridicularizar os poderes da época (social, político, económico), e são dos contos mais desconcertantes e divertidos da literatura russa.
A quem interessar esta faceta, digamos, mais cómica de Dostoiévski, outro livro imperdível é “Um Sonho do Tio” (Assírio & Alvim, 2000). Ambos traduzidos pelos incontornáveis Nina Guerra e Filipe Guerra.
Augusto Monterroso, A Ovelha Negra e Outras Fábulas, Angelus Novus, 2008.
Um macaco que queria ser um escritor satírico, a mosca que sonhava ser uma águia, o mocho que queria salvar a humanidade, o camaleão que decididamente não sabia que cor escolher para si e um cavalo a imaginar Deus. Eis algumas das histórias que fazem deste livro uma verdadeira preciosidade.
“A Ovelha Negra” é um conjunto de pequenas ficções povoadas por bichos raros e caprichosos que, entre outras excentricidades, estão apostados em subverter todas as fórmulas e convenções da fábula clássica. Tudo isto resulta num imenso divertimento e num olhar muito peculiar sobre a natureza humana, pleno de humor e sarcasmo. O autor explica: “O humor é o realismo levado às últimas consequências. Com a excepção da literatura pseudo-humorística, tudo o que o homem faz é risível e jocoso.”
Augusto Monterroso (1921-2003) é tradicionalmente considerado um dos principais mestres do conto breve e este livro é o volume inaugural da colecção “Microcosmos”, a primeira em Portugal dedicada exclusivamente à microficção. A tradução, irrepreensível, é de Ana Bela Almeida.
Rui Lage, Corvo, Quasi, 2008
Declaração de interesses: sou amigo do autor. Ora, mesmo correndo o risco de estar a violar alguma espécie de lei das incompatibilidades, não posso deixar de recomendar a última obra de Rui Lage, “Corvo”. Este é simplesmente o mais belo livro de poemas que li em 2008. Um olhar duro e acutilante do Portugal dos nossos dias. Um país que voltou as costas a si próprio, em nome de uma falsa modernidade e de uma ideia de progresso que não passa, como é sabido, da mais pura ficção. “Corvo” é um retrato brutal de nós mesmos, temperado com uma delicadíssima dose de humor e ironia que o tornam verdadeiramente singular. Um exemplo:
AS ÚLTIMAS ALDEIAS
Tão curta visita
ó pais domingueiro
do verso cosmopolita:
amanhã também te vais
quem ficará para tocar
o gado por esses montes,
travar a fome das silvas
a bocarra dos matagais,
quem salvo gatunos
de mochilas com vontade
ao recheio de molduras,
lustres, santos de altar,
incensórios, castiçais,
até que o cerco do mato
rasure dos mapas a placa
como dos trilhos faz tempo
o chiar do carro de bois?
Rui Manuel Amaral nasceu no Porto, em 1973, cidade onde vive. É coordenador literário da revista aguasfurtadas. Caravana é o seu primeiro livro. Colabora no blogue Dias Felizes e é também baterista da banda rock The Jills.
domingo, 30 de novembro de 2008
FILOSOFIA (D)E CAFÉ
Esta tarde, no Piano Bar do Clube Literário do Porto, durante "Um café filosófico", organizado pela Revista Um Café.
UM CAFÉ FILOSÓFICO NO CLUBE
HOJE
no CLP
às 16:00
sábado, 29 de novembro de 2008
MENU MUSICAL COM NUNO CAÇOTE
no CLP
às 23:00
INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO “BOOKS”, DE JORGE SOUSA
As instalações que fazem parte da exposição “Books” são feitas integralmente com livros (3000). Com eles procura-se o equilíbrio da forma, cor e padrão, sem nunca esquecer a palavra construção, seja ela ao nível escultórico, arquitectónico ou meramente experiencial.
O livro e os povos que com ele se desenvolvem, se conhecem, as culturas que se afirmam em toda uma historia feita de conquistas e dissabores, em troféus alcançados ou sonhados.
A obra nunca está acabada, mas sempre num estado suspenso em surpresa e auto conhecimento. O livro causa curiosidade, espécie, oscilações temporais e envolvimento sentimental ou racional, será como um Ser que magnetiza a nossa atenção em variadíssimas esferas.
HOJE
no CLP
às 17:00
LANÇAMENTO DE “INTER-CIDADES”, DE MINÊS CASTANHEIRA
Esta tarde, o Clube Literário recebe o lançamento do livro de poesia “Inter-cidades”, de Minês Castanheira, Editora Letras e Coisas.A apresentação estará a cargo de Carlos Amaral Dias, autor do prefácio do livro.
"Ainda ontem fomos imensas coisas. Tu e eu.
Um comboio a rasgar paisagens.
Um gigante de rosto caído contra a terra macia. As mãos acesas
sobre as pontas molhadas das folhas. E braços longos ao nível do
chão, tábuas a fazer o caminho inverso sobre o rio.
Ainda ontem fomos imensas coisas. Um comboio em força entre as
paisagens.
Um inter-cidades."
HOJE
no CLP
às 18:00
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
JAZZ NO CLUBE com Isabel Ventura e Marco Figueiredo
HOJE
no CLP
às 23:00
CICLO PLANETA VIVO: “Planeta Água”

Apresentação do livro "H2O fotobiografia da água", de Paulo Magalhães (fotografia) e Nuno Gomes (texto), esta noite no Auditório do Clube Literário do Porto.
Foto-reportagem sobre a história da água com textos técnicos a acompanhar.
A apresentação estará a cargo de Nuno Gomes, co-autor, biólogo e Mestre em Ecologia Aplicada.

no CLP
às 22:00
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
EXPOSIÇÃO “BOOKS” NA LIVRARIA DO CLUBE
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
MÁRIO CESARINY (1923 - 2006)
Vídeo feito para a Biblioteca Municipal Oeiras no âmbito do Estágio do Curso Multimédia (Escola Secundária Quinta Do Marquês) relativo à Festa da Poesia
(Poema de Mario Cesariny) Elaborado por: Mariana Cruz
BIBLIOTECA PESSOAL DE FERNANDO PESSOA DIGITALIZADA
- ler aqui a notícia no JN.
REVISTA NOVA ÁGUIA Nº2
Começando com um texto de Adriano Moreira Inclui O TERRITÓRIO E O MAPA, de João Teixeira da Motta. Com cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros. Acabando com um inédito de Jean-Yves Leloup.
- saber mais aqui sobre a Revista Nova Águia.
QUARTAS MAL DITAS “Cafés da minha preguiça”
Com leituras por António Pinheiro, Isabel Marcolino, Joana Padrão, Luís Carvalho, Mário Vale Lima , Marta Tormenta e Rafael Tormenta.
HOJE
terça-feira, 25 de novembro de 2008
"MONIQUE" EM CENA
A interpretação de Adriana Faria, Cristina Canavarro, Rafael Tormenta e Paulo Mesquita, há instantes, no Piano Bar do Clube Literário do Porto.
OFICINA DE ESCRITA: “ESCREVER NA TELA DE CINEMA”
Estão abertas as inscrições para a oficina de escrita criativa “Escrever na Tela de Cinema”, a ter lugar durante os meses de Dezembro e Janeiro no Clube Literário do Porto.OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO
Confrontar os participantes com uma primeira abordagem à arte da escrita cinematográfica;
Dar a compreender os métodos, as técnicas e a aplicação concreta do género “argumento cinematográfico”;
Realizar exercícios práticos, nos quais o participante compreenderá, em confronto com o seu próprio trabalho, a amplitude e a riqueza formal e artística do guião ou argumento cinematográfico.
DESTINATÁRIOS
Todos estão convidados a participar, especialmente iniciantes plenos de curiosidade, criatividade e vontade de escrever.
Não havendo limite de idade, pressupõe-se um domínio da língua portuguesa. No entanto, o workshop poderá incluir pessoas que dominem oralmente a língua portuguesa mas que se exprimam por escrito em Inglês, Castelhano ou Francês. Caso não haja um número mínimo de participantes, o Workshop não se realizará.
FORMADOR: Bernardo Camisão
HORÁRIO: Duas horas por módulo em horário a combinar com os inscritos.
DATA DE INÍCIO: 15 de Dezembro (dias 15, 17, 19 de Dezembro e 3 de Janeiro de 2009)
PROPINA: 60€
INSCRIÇÕES ABERTAS
TEATRO SENTADO: “MONIQUE”, DE LUÍSA COELHO, NO CLP
“Monique” é a carta-resposta ao adeus de Alexis, a personagem-título da obra de Marguerite Yourcenar, clássico da literatura publicado em 1929. Mas é mais do que isso. É uma viagem ao interior do feminino, uma reflexão acerca da percepção das mulheres sobre elas próprias e sobre a sociedade em que vivem.
Esta noite, pelas 21:30, no Piano Bar, “Monique” sob ao palco pela voz dos intérpretes Cristina Canavarro (Monique mais velha), Andreia Faria (Monique nova), Rafael Tormenta (pai de Monique) e Hugo Santos (Alexis).
HOJE
no CLP
às 21:30
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O MUNDO DOS LIVROS SOB(RE) A PRESIDÊNCIA BUSH
- ler aqui o artigo "A new deal for US publishers" no The BookBlog do The Guardian.
Que tipo de livros surgirão no mercado na era Obama?
AOS OLHOS DO FEMININO
“500 Years of Female Portraits in Western Art”, animação de Philip Scott Johnson, nomeada para “Most Creative Video“ YouTube Awards de 2007.
Música: Bach's Sarabande from Suite for Solo Cello No. 1 in G Major, BWV 1007 performed by Yo-Yo Ma
NOTA:
No dia 20 de Novembro, pelas 21:30, o Clube Literário do Porto recebe a apresentação de "Monique", obra de Luísa Coelho, adaptada propositadamente pela autora para Teatro Sentado e para o espaço do CLP.
A peça contará com a actuação de Adriana Faria, Cristina Canavarro, Hugo Santos e Rafael Tormenta.
UM CAFÉ FILOSÓFICO A ENCERRAR O MÊS DE NOVEMBRO
domingo, 23 de novembro de 2008
LANÇAMENTO DO LIVRO “VAI ESTAR UM BOM DIA PARA MORRER” NO CLP
Lançamento do livro de poesia "Vai estar um bom dia para morrer" de Marta Leal, Corpos Editora, esta tarde no Piano Bar do Clube Literário do Porto."Não lhe deram livro de instruções sobre a vida.
Quando passou as portas de carne,
E berrou pela primeira vez a plenos pulmões,
Fazendo pulsar o diafragma ao seu limite,
Ninguém lhe explicou o que isso acarretava.
A morte, por certo. "
- saber mais aqui sobre Marta Leal.
no CLP
às 17:00
AOS OLHOS DO FEMININO
Women In Film from Philip Scott Johnson on Vimeo.
NOTA:
No dia 25 de Novembro, pelas 21:30, o Clube Literário do Porto recebe a apresentação de "Monique", obra de Luísa Coelho, adaptada propositadamente pela autora para Teatro Sentado e para o espaço do CLP.
A peça contará com a actuação de Adriana Faria, Cristina Canavarro, Hugo Santos e Rafael Tormenta.
PRÓXIMAS "QUARTAS MAL DITAS"
sábado, 22 de novembro de 2008
AOS OLHOS DO FEMININO
- Luísa Coelho
“Monique”, Ela por Ela, 2004
NOTA:
No dia 25 de Novembro, pelas 21:30, o Clube Literário do Porto recebe a apresentação de "Monique", obra de Luísa Coelho, adaptada propositadamente pela autora para Teatro Sentado e para o espaço do CLP.
A peça contará com a actuação de Adriana Faria, Cristina Canavarro, Hugo Santos e Rafael Tormenta.
SONS DE OUTONO COM SANDRA BOTELHO E ALBERTO MENDONÇA


HOJE
no CLP
às 23:00
APRESENTAÇÃO DO LIVRO “ESCRITOS 3” DE HORÁCIO BENTO GOUVEIA
Apresentação do livro “Escritos 3”, de Horácio Bento de Gouveia (1940 - 1949), por António Oliveira e Maria Adelaide Valente, esta noite, no Auditório do Clube Literário do Porto.Trata-se de uma conjunto de artigos e conferências registados nos jornais e revistas da Ilha da Madeira e outros trabalhos publicados por Horácio Bento de Gouveia em jornais do Continente nos anos 40 do século passado. Todos eles, recolhidos por Maria de Fátima Gouveia Soares.
HOJE
no CLP
às 21:30
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
EUROPEANA ACESSÍVEL AO PÚBLICO
- ler o artigo aqui no JPN.
AOS OLHOS DO FEMININO
- Luísa Coelho
“Monique”, Ela por Ela, 2004
NOTA:
No dia 25 de Novembro, pelas 21:30, o Clube Literário do Porto recebe a apresentação de "Monique", obra de Luísa Coelho, adaptada propositadamente pela autora para Teatro Sentado e para o espaço do CLP.
A peça contará com a actuação de Adriana Faria, Cristina Canavarro, Hugo Santos e Rafael Tormenta.
































