“Good writing always stands the test of time and trends but, in the eyes of many critics, Blyton's continued success is an enigma because her work is considered to be exceptionally poor. Hollow plots, repetitive storylines, two-dimensional characters, limited vocabulary and bland, unliterary penmanship are all evident throughout her 700-plus books. They do, however, make a good substitute for a warm, fluffy comfort blanket and have provided succour to children for decades.”
- ler aqui o artigo completo no Independent.
A reportagem do Channel 4: “The prolific writer has sold more than 500 million books around the world, but is she really still relevant?”
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
ENID BLYTON, A AUTORA “MAIS QUERIDA” DOS BRITÂNICOS

“Os 2000 adultos abrangidos pela sondagem, encomendada pelos responsáveis do prémio literário Costa Book, colocaram Blyton (1897-1968) no primeiro lugar de uma lista de 50 escritores - os mais queridos, não necessariamente os mais admirados.
“Blyton vendeu mais de 500 milhões de livros em todo o mundo. A sua fama junto do público "mais pequeno" cimentou-se com a série "Os cinco", publicada nos anos 40 e 50 do século passado e que, para além destas décadas, serviu de modelo a muitos escritores para a infância.”
- ler aqui a notícia completa no Diário Digital.
LITERACIA ou A EXPERIÊNCIA DA LEITURA

“Why do we still confuse the need for literacy with the experience of reading, and even more important to some, loving a canon?”
“I also question why reading, or rather reading books - preferably great ones - is still seen as such a privileged experience, for everyone. It is for me, and for those discussing it. But why should boys, born in a time when other learning tools such as the internet are taken for granted, be expected to feel the same way? Many probably read and write all day on computers, mobile phones and game consoles; perhaps it's not what we did, but why is it seen as less important, as less literate? “
“I also question why reading, or rather reading books - preferably great ones - is still seen as such a privileged experience, for everyone. It is for me, and for those discussing it. But why should boys, born in a time when other learning tools such as the internet are taken for granted, be expected to feel the same way? Many probably read and write all day on computers, mobile phones and game consoles; perhaps it's not what we did, but why is it seen as less important, as less literate? “
- ler aqui o artigo completo de Louise Tucker no The ArtsBlog-Books do The Guardian.
OS POETAS - O NAVIO DE ESPELHOS
Música de Rodrigo Leão, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro.
Realização de José F. Pinheiro.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
A LITERATURA COMO INSTRUMENTO
Durante o ciclo “Lecciones y maestros” na Universidad Internacional Menéndez Paelayo, Mario Vargas Llosa, Pérez Reverte e Javier Marías partilharam com o público reflexões sobre as suas obras e os papéis do escritor e da literatura.
“Pérez Reverte ha comentado que, a pesar de que inició tardíamente su labor literaria, se dio cuenta de niño de cómo los libros conforman "un territorio más allá de la vida normal" en el que ocurren "cosas interesantes" y "con demasiado peso" como para dejarlas escapar.”
“Javier Marías ha explicado que él empezó a escribir cuando se le acabaron las historias que le gustaba leer, en una especie de "emulación" que fue el impulso inicial para comenzar a "hacer cositas".”
“Vargas Llosa ha indicado que, en su caso, sus obras han partido de experiencias personales que han sido "el trampolín" que "despierta la imaginación" para crear sus novelas.”
“El autor de "Pantaleón y las visitadoras" ha reivindicado la literatura como un instrumento que "enseña a vivir" y "prepara para distintas experiencias", al tiempo que muestra "que la vida real está mal hecha" y "es inferior a la ficción".”
- ler aqui o artigo completo.
“Pérez Reverte ha comentado que, a pesar de que inició tardíamente su labor literaria, se dio cuenta de niño de cómo los libros conforman "un territorio más allá de la vida normal" en el que ocurren "cosas interesantes" y "con demasiado peso" como para dejarlas escapar.”
“Javier Marías ha explicado que él empezó a escribir cuando se le acabaron las historias que le gustaba leer, en una especie de "emulación" que fue el impulso inicial para comenzar a "hacer cositas".”
“Vargas Llosa ha indicado que, en su caso, sus obras han partido de experiencias personales que han sido "el trampolín" que "despierta la imaginación" para crear sus novelas.”
“El autor de "Pantaleón y las visitadoras" ha reivindicado la literatura como un instrumento que "enseña a vivir" y "prepara para distintas experiencias", al tiempo que muestra "que la vida real está mal hecha" y "es inferior a la ficción".”
- ler aqui o artigo completo.
POESIA ANIMADA
A personal piece by Vishwajyoti Ghosh on India's partition and the conflict of histories and memories.
Billy Collins, former US Poet Laureate, reads his poem "Forgetfulness" with animation by Julian Grey of Headgear.
Billy Collins, former US Poet Laureate, reads his poem "Forgetfulness" with animation by Julian Grey of Headgear.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
LIVROS INFANTIS: A IDADE RECOMENDADA
Deveriam os livros ter obrigatoriamente indicações relativas à idade dos leitores a que se destinam?
A maioria dos escritores de livros infantis não está de acordo com a ideia, diz um artigo do The Guardian e, segundo as editoras, seria inconcebível instituir a obrigatoriedade de uma idade recomendada para os livros contra a vontade do autor.
Entre os autores de livros para crianças as opiniões dividem-se:
“At a recent book launch, I gazed out at children, teenagers and adults and thought "Isn't this wonderful? They've all come to listen to the same story, they haven't been segregated into age boxes." Then I heard about age banding. My first reaction was shock. And then I thought of my sons who had both enjoyed one particular author at vastly different ages. “ - Michelle Magorian
"As authors, we always have a rough idea of our target market. Publishers do, too. It seems reasonable to share that information with the purchaser. (…) If we want to get more children reading, let's make it easy for them to be given books as presents, otherwise those presents won't be books at all, they'll be games, DVDs or toys—all of which already have age guidance. " - Diana Kimpton
- ler aqui os artigos de opinião completos no Bookseller
A maioria dos escritores de livros infantis não está de acordo com a ideia, diz um artigo do The Guardian e, segundo as editoras, seria inconcebível instituir a obrigatoriedade de uma idade recomendada para os livros contra a vontade do autor.
Entre os autores de livros para crianças as opiniões dividem-se:
“At a recent book launch, I gazed out at children, teenagers and adults and thought "Isn't this wonderful? They've all come to listen to the same story, they haven't been segregated into age boxes." Then I heard about age banding. My first reaction was shock. And then I thought of my sons who had both enjoyed one particular author at vastly different ages. “ - Michelle Magorian
"As authors, we always have a rough idea of our target market. Publishers do, too. It seems reasonable to share that information with the purchaser. (…) If we want to get more children reading, let's make it easy for them to be given books as presents, otherwise those presents won't be books at all, they'll be games, DVDs or toys—all of which already have age guidance. " - Diana Kimpton
- ler aqui os artigos de opinião completos no Bookseller
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
HISHAM MATAR NA REVISTA LER
Entrevista de Susana Moreira Marques ao autor de "Em Terra de Homens" na LER.
"Nós continuamos a tentar adivinhar o que os outros pensam – tal e qual como os amantes –, como se o acto de adivinhação provocasse a realidade. Acho que é preciso ser cuidadoso: às vezes, as expectativas são reais mas outras vezes são imaginadas. Reais ou imaginadas, o importante é não esquecer que são convites ao artista para se comportar de determinada maneira. Recentemente, conversava com um cineasta do Burkina Faso e ele explicava-me que o financiamento vem de França e que, quando propõem ideias, os investidores franceses ficam entusiasmados com as propostas que vão ao encontro das ideias que têm do que se supõe ser um filme africano. Claro que este é um caso extremo, porque ele sem esse financiamento não pode fazer filmes e eu posso sempre escrever livros. Mas em ambos os casos existem convites para nos comportarmos de determinada maneira."
- ver aqui a entrevista completa.
"Nós continuamos a tentar adivinhar o que os outros pensam – tal e qual como os amantes –, como se o acto de adivinhação provocasse a realidade. Acho que é preciso ser cuidadoso: às vezes, as expectativas são reais mas outras vezes são imaginadas. Reais ou imaginadas, o importante é não esquecer que são convites ao artista para se comportar de determinada maneira. Recentemente, conversava com um cineasta do Burkina Faso e ele explicava-me que o financiamento vem de França e que, quando propõem ideias, os investidores franceses ficam entusiasmados com as propostas que vão ao encontro das ideias que têm do que se supõe ser um filme africano. Claro que este é um caso extremo, porque ele sem esse financiamento não pode fazer filmes e eu posso sempre escrever livros. Mas em ambos os casos existem convites para nos comportarmos de determinada maneira."
- ver aqui a entrevista completa.
sábado, 16 de agosto de 2008
SONS DE VERÃO com Daniela Anjo e Joana Barata
Os sons de verão no Piano Bar do Clube Literário do Porto, esta noite com música de Daniela Anjo (flauta transversal) e Joana Barata (piano).
HOJE
no CLP
HOJE
no CLP
às 23:00h
EXPOSIÇÃO DE PINTURA “REACÇÃO INDIVIDUALISTA” de Bruno Loureiro

Bruno Loureiro é um pintor autodidacta, natural de Matosinhos. Os seus trabalhos registam momentos da vida quotidiana, partindo da natureza para o indivíduo através de uma perspectiva e técnica únicas.
Contando já com uma carreira de oito anos, começou por expor em Lavra, terra de onde é natural, tendo os seus quadros passado já pelas cidades da Póvoa, Matosinhos, Guimarães, Leça da Palmeira, Chaves e Porto.
A “Reacção Individualista“, que inaugura este sábado, 16 de Agosto, no CLP, questiona a des(humanidade) da relação homem / animal e estará patente na Galeria do Clube Literário do Porto, entre as 13:00h e as 01:00h, até dia 30 de Agosto.
HOJE
no CLP
às 21:30
no CLP
às 21:30
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
CONCERTO: FRANCESCA THOMPSON e GILBERTO BERNARDES

Concerto no Piano Bar do Clube Literário do Porto, com música de Francesca Thompson (flauta de bisel ) e Gilberto Bernardes (saxofone).
HOJE
no CLP
às 23:00H
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
EXPOSIÇÃO DE PINTURA "FICA ALMA, FICA" de Rui Lourenço
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
A IDADE DA ESCRITA
O que pensam os escritores sobre a sua própria escrita? A propósito do Melbourne Writers Festival, sete participantes de sete fases (e idades) diferentes da vida e da escrita falam sobre a arte de contar histórias.
Alexandra Adornetto, na adolescência
" I have limited life experience and this means ideas are not influenced by cynicism. I still naively believe anything is possible, and this must come through in my writing."
Nam Le, nos vintes
"What I know, at 29, is this: writing is hard, and it is slow, and its condition is failure. Everything I've written has fallen short of its ideal conception; I know this will be as true when I'm 60 as it is now."
Chloe Hooper, nos trintas
"In my 30s, I understand the sort of stories I want to write, and why I want to write them. My obsessions are easier to decode, and if I'm moved by something, probably others will be too. "
Ana Funder, nos quarentas
"You find the closer you look, the more reality outstrips what you could possibly have dreamt."
Steven Carroll, nos cinquentas
"It takes a long time to acquire the craft, and many writers don't produce their best until their mature years. These elements, knowledge, craft and strength, converge in a writer for a limited time only."
Robert Dessaix, nos sessentas
"What I can do is try to say more lucidly, more straightforwardly, more idiosyncratically what I enjoy saying without any thought of changing the world. "
Alex Miller, nos setentas
"when I was 52 I published my first novel. I'm 71 now and still at it, closing on a draft of my ninth novel, Lovesong, and dreaming of Sophocles producing his masterpiece, Oedipus at Colonus when he was 89 - and loving it. It's in the blood."
- ler aqui o artigo completo do The Age.
Alexandra Adornetto, na adolescência
" I have limited life experience and this means ideas are not influenced by cynicism. I still naively believe anything is possible, and this must come through in my writing."
Nam Le, nos vintes
"What I know, at 29, is this: writing is hard, and it is slow, and its condition is failure. Everything I've written has fallen short of its ideal conception; I know this will be as true when I'm 60 as it is now."
Chloe Hooper, nos trintas
"In my 30s, I understand the sort of stories I want to write, and why I want to write them. My obsessions are easier to decode, and if I'm moved by something, probably others will be too. "
Ana Funder, nos quarentas
"You find the closer you look, the more reality outstrips what you could possibly have dreamt."
Steven Carroll, nos cinquentas
"It takes a long time to acquire the craft, and many writers don't produce their best until their mature years. These elements, knowledge, craft and strength, converge in a writer for a limited time only."
Robert Dessaix, nos sessentas
"What I can do is try to say more lucidly, more straightforwardly, more idiosyncratically what I enjoy saying without any thought of changing the world. "
Alex Miller, nos setentas
"when I was 52 I published my first novel. I'm 71 now and still at it, closing on a draft of my ninth novel, Lovesong, and dreaming of Sophocles producing his masterpiece, Oedipus at Colonus when he was 89 - and loving it. It's in the blood."
- ler aqui o artigo completo do The Age.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
EUROPEANA PROMETE 2 MILHÕES DE OBRAS DIGITALIZADAS
"Site experimental da biblioteca digital Europeana estará disponível em Novembro. A diversidade cultural europeia aberta e acessível a todos através de uma biblioteca digital online é a proposta do mega-projecto Europeana, que promete disponibilizar 2 milhões de obras digitalizadas. O projecto europeu – que contará no seu acervo digital com livros, pinturas, fotografia, música e filmes - deverá tornar-se real já neste Outono."
- ver aqui o artigo completo do Público
- ver aqui o artigo completo do Público
AS 25 MELHORES LEITURAS DE COLÉGIO INTERNO
"Books about boarding school have always been popular, but they've often been seen - like the schools themselves - as old fashioned and well past their sell-by date. This may no longer be the case (...)"
- ler o artigo de Sarah Ebner no TimesOnline.
- ler o artigo de Sarah Ebner no TimesOnline.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
DARWISH'S LEGACY, THE POET OF PLACE
"An impassioned engagement with place inspired Mahmoud Darwish to write poetry that made a huge impact across the Arabic world."
"Mahmoud Darwish, who has died following surgery in the US, was the most significant Arab poet of the last three decades."
"His poetry ranges from lyrical poems to more complex works which problematise discussions of decolonisation - opening it up to questions of exile, both political and metaphysical. He gradually moved from the lyrical assertiveness and anthems for Palestinian nationhood of his early poetry to a more complex poetry with allusive imagery and mythical structure. However, throughout his writings, place remains a central concern."
- ler o artigo completo no The ArtsBlog-Books do The Guardian.
"Mahmoud Darwish, who has died following surgery in the US, was the most significant Arab poet of the last three decades."
"His poetry ranges from lyrical poems to more complex works which problematise discussions of decolonisation - opening it up to questions of exile, both political and metaphysical. He gradually moved from the lyrical assertiveness and anthems for Palestinian nationhood of his early poetry to a more complex poetry with allusive imagery and mythical structure. However, throughout his writings, place remains a central concern."
- ler o artigo completo no The ArtsBlog-Books do The Guardian.
domingo, 10 de agosto de 2008
100 ESCRITORES E AS LEITURAS QUE MUDARAM AS SUAS VIDAS
"'El País Semanal' ha preguntado a 100 escritores de habla hispana los 100 libros que les han marcado. Aquí está el resultado: los títulos que les abrieron la mente y ya nunca se la cerraron. Una lista imprescindible. Guiada por las glosas de los cinco primeros títulos a cargo de cinco grandes autores que ejercen, esta vez, de apasionados lectores." - ver aqui a lista completa (pdf)
"Pero no hay duda de que los grandes triunfadores entre los escritores modernos son Marcel Proust y Kafka, lo cual debe de querer decir que los escritores españoles quizá andan algo bajos de moral."
"Qué 10 libros han cambiado tu vida? Eso quiere decir que lo que se trataba de saber era, entre otras cosas, qué obras y autores nos habían abierto la puerta de la literatura o metido en la sangre la vocación de escribir. No se trataba de saber cuáles nos gustan más, nos han influido más profundamente o consideramos más importantes. "
- ler aqui o artigo completo do El País
"Pero no hay duda de que los grandes triunfadores entre los escritores modernos son Marcel Proust y Kafka, lo cual debe de querer decir que los escritores españoles quizá andan algo bajos de moral."
"Qué 10 libros han cambiado tu vida? Eso quiere decir que lo que se trataba de saber era, entre otras cosas, qué obras y autores nos habían abierto la puerta de la literatura o metido en la sangre la vocación de escribir. No se trataba de saber cuáles nos gustan más, nos han influido más profundamente o consideramos más importantes. "
- ler aqui o artigo completo do El País
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