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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

PRÓXIMA "QUARTA MAL DITA"

A próxima sessão das Quartas Mal Ditas, organizadas por Anthero Monteiro no Clube Literário do Porto, com as participações habituais de António Pinheiro, Diana Devezas, Isabel Marcolino, Joana Padrão, Luís Carvalho, Mário Vale Lima, Marta Tormenta e Rafael Tormenta, será no dia 25 de Fevereiro, pelas 22h00 e terá como tema: "Gatos, Gatos, Gatos".

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

PRÓXIMA SESSÃO DA POESIA DE CHOQUE- "POESIA PROVOCATÓRIA", 13 DE FEVEREIRO

A próxima sessão da Poesia de Choque no Piano Bar do Clube Literário do Porto acontece dia 13 de Fevereiro, Sexta-feira, às 21h30, pelas vozes de António Pedro Ribeiro e Luís Carvalho.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

QUARTAS MAL DITAS: "PREDILECÇÕES"

Esta noite, pelas 22:00h, o Clube Literário do Porto recebe mais uma sessão das Quartas Mal Ditas coordenadas por Anthero Monteiro. O tema deste mês é "Predilecções", tendo como poeta convidado Minês Castanheira.

Com música por José Veloso Rito e leituras por Anthero Monteiro, António Pinheiro, Diana Devezas, Isabel Marcolino, Joana Padrão, Luís Carvalho, Mário Vale Lima, Marta Tormenta e Rafael Tormenta.

HOJE
no CLP
às 22:00h

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PRÓXIMAS "QUARTAS MAL DITAS"

A próxima sessão das Quartas Mal Ditas, organizadas por Anthero Monteiro, terá lugar no dia 28 de Janeiro, pelas 22:00h, no Piano Bar do CLP.

O tema da sessão será "Predilecções" e contará com um momento musical pelo pianista José Veloso Rito.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

TEATRO SENTADO: "MONIQUE", VÍDEO

Para os que não tiveram a oportunidade de assistir, aqui fica um pequeno vídeo de "Monique", obra de Luísa Coelho adaptada para Teatro Sentado, que teve lugar no Clube Literário do Porto, no dia 25 de Novembro.

"MONIQUE" from Clube Literário do Porto on Vimeo.

NOTA: Amanhã, dia 19 de Dezembro, pelas 21:30, o Clube Literário do Porto apresenta "Kunuar", o mais recente livro de Luísa Coelho, com a presença da autora e leituras por Andreia Faria, Cláudia Consciência, Cristina Canavarro, Danyel Guerra e Rafael Tormenta. A apresentação está a cargo de Silvestre Pestana.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

QUARTAS MAL DITAS NO CLUBE: "NASCER"

Hoje, no Piano Bar do Clube Literário do Porto, pelas 22:00, uma sessão das Quartas Mal Ditas sob o tema "Nascer".

Com leituras por Anthero Monteiro, António Pinheiro, Diana Devezas, Isabel Marcolino, Joana Padrão, Luís Carvalho, Mário Vale Lima, Marta Tormenta, Rafael Tormenta e interpretação musical por Carlos Andrade (voz e guitarra acústica).

HOJE
no CLP
às 22h00

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

"KUNUAR" / UM OLHAR SOBRE LUANDA COM LUÍSA COELHO NO CLP


"Kunuar" é o título do mais recente livro de Luísa Coelho, cuja apresentação tem lugar no Clube Literário do Porto, na próxima sexta-feira, dia 19 de Dezembro, pelas 21:30.
Uma provocação, uma chamada de atenção ou um soco no estômago em forma de poemas sobre a realidade angolana, realidade que a autora tão bem conhece.

Recursos Naturais

"Que me interessam os teus ricos recursos naturais
se naturais te são a fome e a miséria?
Que me interessa o petróleo, os diamantes, o ferro, o manganésio, o cobre,
Os fosfatos, o granito, o mármore, os minerais raros, as madeiras preciosas,
a energia dos rios,
se aquele jovem a tremer de febre no calor dos dias
me bate no vidro da janela do carro
e me estende incansavelmente as suas mãos vazias. "

sábado, 13 de dezembro de 2008

LANÇAMENTO DO LIVRO DE POESIA DE PAULA SALEMA

Lançamento do livro “Janela Indiscreta“, de Paula Salema, primeira obra de poesia da autora. A apresentação do livro terá lugar, esta tarde, pelas 17:00 no Piano Bar do Clube Literário.


“Janela Indiscreta é um apontamento de olhares e, mais ainda, de viagens, na tentativa de reunião das inúmeras vozes que habitam o inconsciente. É sobretudo confronto e confissão, intimidade e evasão, realidade e fantasia, equilíbrio e desequilíbrio, é Amor e Vida; binómios erguidos que reflectem a intensidade transportada por todos os momentos vividos na primeira pessoa à superfície deste planeta; sempre com a sensação de que se é aprendizagem, e sobretudo, cada vez mais, necessidade de escutar a voz dos outros e do mundo num estado de luta e doação permanente.”

- Torre de Moncorvo, 10 Outubro 2008
HOJE
no CLP
às 17:00

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

"VAI ESTAR UM BOM DIA PARA MORRER"









Domingo passado, no Piano Bar do Clube Literário do Porto, durante a performance teatro-musical de "Vai estar um bom dia para morrer", livro de poesia de Marta Leal, interpretado por Ana Guídea e pela autora, com música por Pedro Mujo.

- fotografias retiradas daqui.

domingo, 7 de dezembro de 2008

PERFORMANCE TEATRO-MUSICAL DE “VAI ESTAR UM BOM DIA PARA MORRER”

Performance teatro-musical da obra "Vai estar um bom dia para morrer" , livro de poesia de Marta Leal, com actuação da autora e Ana Guídea e música por Pedro Mujo.

ENTRADA LIVRE

HOJE
no CLP
às 21:30

sábado, 6 de dezembro de 2008

"NOVOS RUMOS DA POESIA"

"Dinamismo maior, dos blogues às tertúlias, não evita dificuldades na distribuição e visibilidade. São milhares os que participam em tertúlias, saraus e blogues sobre poesia, mas as vendas raramente ultrapassam números modestos. Há espaço para a poesia no mercado da edição, cada vez mais sujeito ao lucro?"
(...)
"As dificuldades crescentes na circulação e entrada nas livrarias representam, por isso, segundo os vários interlocutores auscultados pelo JN, o principal problema que actualmente enfrentam quem escreve, vende e edita poesia. "

- ler aqui o artigo de Sérgio Almeida no JN.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

INTER-CIDADES, HORA DE PARTIDA

Durante a apresentação do livro "Inter-cidades", Editora Letras e Coisas, de Minês Castanheira, no dia 29 de Novembro no Auditório do Clube Literário do Porto.

SUGESTÕES DE LEITURA PARA DEZEMBRO, por Rui Manuel Amaral

Miguel de Cervantes, O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de La Mancha, Relógio D’Água, 2005

O que é que ainda falta dizer a propósito de Dom Quixote? Um livro que marcou todo o cânone literário ocidental e cuja frescura se mantém intacta, ano após ano, século após século, desde que se publicou o primeiro volume, entre 1604 e 1605? Um livro tão ou mais moderno do que qualquer outro acabado de sair do prelo? Um livro que transcende a própria literatura?
Pode ler-se cem vezes o romance do Engenhoso Fidalgo e de todas elas encontrar-se-á novos e acrescidos motivos para saborear as suas inesgotáveis situações cómicas, o tom non sense de muitos dos seus diálogos, os seus impagáveis personagens maiores do que a vida.
Em 2005, ano em que se comemoraram os 400 anos da publicação dos primeiros exemplares da obra, a Relógio D’Água e a Dom Quixote lançaram duas novas edições do romance de Cervantes, com traduções de José Bento e Miguel Serras Pereira, respectivamente. Se há livro de leitura e releitura obrigatórias, esse livro é o Dom Quixote.



Laurence Sterne, Vida e Opiniões de Tristram Shandy, 2 vols., Antígona, 1997.

Tristram Shandy ou o “livro dos livros”, como escreve Manuel Portela, o tradutor da única versão portuguesa da obra-prima de Laurence Sterne, começou a ser publicado em 1759, a expensas do próprio autor, depois de vários editores terem recusado fazê-lo. Em poucas semanas transformou-se num dos maiores fenómenos de vendas do seu tempo. Um best-seller com milhares de exemplares vendidos e várias reimpressões, para glória e fortuna do reverendo Sterne.
O motivo para tão entusiástico sucesso parece-me relativamente simples de explicar. É que não há nada mais divertido do que ver a respeitável, altiva e orgulhosa literatura tropeçar logo na primeira frase do livro, e cair aos trambolhões ao longo de nove extensos volumes e trinta e três capítulos, sem pausas para recobrar a compostura.
Depois do Shandy, a literatura apresenta-se de rastos, descabelada, desfigurada, desconcertada e acometida por um violento ataque de nervos. Não há cânones, convenções ou formalismos que resistam ao diabólico poder satírico de Sterne. Como diz Manuel Portela, “Tristram Shandy é um manifesto da liberdade de escrita e dos poderes do livro”.



Fiódor Dostoiévski, A Submissa e Outras Histórias, Editorial Presença, 2006.

Décimo quarto volume das obras de Fiódor Dostoiévski, editadas pela Presença. Reúne um conjunto de contos, escritos entre 1862 e 1877, menos conhecidos no quadro da obra canónica do autor russo, mas que revelam um Dostoiévski surpreendentemente divertido e muito próximo, por exemplo, da tradição satírica de Gógol.
“Uma História dos Diabos”, “Apontamentos de Inverno sobre Impressões de Verão” e o fantástico “Crocodilo”, exploram magistralmente o humor, a sátira e a paródia para ridicularizar os poderes da época (social, político, económico), e são dos contos mais desconcertantes e divertidos da literatura russa.
A quem interessar esta faceta, digamos, mais cómica de Dostoiévski, outro livro imperdível é “Um Sonho do Tio” (Assírio & Alvim, 2000). Ambos traduzidos pelos incontornáveis Nina Guerra e Filipe Guerra.


Augusto Monterroso, A Ovelha Negra e Outras Fábulas, Angelus Novus, 2008.

Um macaco que queria ser um escritor satírico, a mosca que sonhava ser uma águia, o mocho que queria salvar a humanidade, o camaleão que decididamente não sabia que cor escolher para si e um cavalo a imaginar Deus. Eis algumas das histórias que fazem deste livro uma verdadeira preciosidade.
“A Ovelha Negra” é um conjunto de pequenas ficções povoadas por bichos raros e caprichosos que, entre outras excentricidades, estão apostados em subverter todas as fórmulas e convenções da fábula clássica. Tudo isto resulta num imenso divertimento e num olhar muito peculiar sobre a natureza humana, pleno de humor e sarcasmo. O autor explica: “O humor é o realismo levado às últimas consequências. Com a excepção da literatura pseudo-humorística, tudo o que o homem faz é risível e jocoso.”
Augusto Monterroso (1921-2003) é tradicionalmente considerado um dos principais mestres do conto breve e este livro é o volume inaugural da colecção “Microcosmos”, a primeira em Portugal dedicada exclusivamente à microficção. A tradução, irrepreensível, é de Ana Bela Almeida.


Rui Lage, Corvo, Quasi, 2008

Declaração de interesses: sou amigo do autor. Ora, mesmo correndo o risco de estar a violar alguma espécie de lei das incompatibilidades, não posso deixar de recomendar a última obra de Rui Lage, “Corvo”. Este é simplesmente o mais belo livro de poemas que li em 2008. Um olhar duro e acutilante do Portugal dos nossos dias. Um país que voltou as costas a si próprio, em nome de uma falsa modernidade e de uma ideia de progresso que não passa, como é sabido, da mais pura ficção. “Corvo” é um retrato brutal de nós mesmos, temperado com uma delicadíssima dose de humor e ironia que o tornam verdadeiramente singular. Um exemplo:

AS ÚLTIMAS ALDEIAS
Tão curta visita
ó pais domingueiro
do verso cosmopolita:
amanhã também te vais
quem ficará para tocar
o gado por esses montes,
travar a fome das silvas
a bocarra dos matagais,
quem salvo gatunos
de mochilas com vontade
ao recheio de molduras,
lustres, santos de altar,
incensórios, castiçais,
até que o cerco do mato
rasure dos mapas a placa
como dos trilhos faz tempo
o chiar do carro de bois?




Rui Manuel Amaral nasceu no Porto, em 1973, cidade onde vive. É coordenador literário da revista aguasfurtadas. Caravana é o seu primeiro livro. Colabora no blogue Dias Felizes e é também baterista da banda rock The Jills.

sábado, 29 de novembro de 2008

LANÇAMENTO DE “INTER-CIDADES”, DE MINÊS CASTANHEIRA

Esta tarde, o Clube Literário recebe o lançamento do livro de poesia “Inter-cidades”, de Minês Castanheira, Editora Letras e Coisas.


A apresentação estará a cargo de Carlos Amaral Dias, autor do prefácio do livro.


"Ainda ontem fomos imensas coisas. Tu e eu.
Um comboio a rasgar paisagens.
Um gigante de rosto caído contra a terra macia. As mãos acesas
sobre as pontas molhadas das folhas. E braços longos ao nível do
chão, tábuas a fazer o caminho inverso sobre o rio.
Ainda ontem fomos imensas coisas. Um comboio em força entre as
paisagens.
Um inter-cidades."


HOJE
no CLP
às 18:00

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

MÁRIO CESARINY (1923 - 2006)

Vídeo feito para a Biblioteca Municipal Oeiras no âmbito do Estágio do Curso Multimédia (Escola Secundária Quinta Do Marquês) relativo à Festa da Poesia

(Poema de Mario Cesariny) Elaborado por: Mariana Cruz

QUARTAS MAL DITAS “Cafés da minha preguiça”

Esta noite, no Clube Literário do Porto, as Quartas Mal Ditas de Anthero Monteiro, sob o tema “Cafés da minha preguiça”. Na sessão estarão presentes os escritores convidados Manuel António Pina, Álvaro Magalhães e Tomás Magalhães Carneiro (editor da Revista Um Café).

Com leituras por António Pinheiro, Isabel Marcolino, Joana Padrão, Luís Carvalho, Mário Vale Lima , Marta Tormenta e Rafael Tormenta.

HOJE
no CLP
às 22:00